quinta-feira, 27 de março de 2008

Diplomacia

Existem tipos de pessoas que eu admiro muito... Uma delas é o diplomata... Esses tipos de pessoa muitas vezes são confundida com os puxas-sacos, as falsas, ou então aquelas que ficam em cima do muro. Mas na minha opinião não, elas simplesmente têm o time certo, sabem a hora de falar, sabem a hora de calar (coisa que eu tenho falo e calo nas horas erradas). Sabem falar as coisas certas na hora certas. Elas conseguem engolir alguns sapos em nome de um bem maior.Conseguem falar as verdades sem machucar ou descer do salto. Têm uma visão fantástica de mundo e espaço. Elas conseguem se amigas tanto de Cuba, como dos Estados Unidos. São esses tipos de pessoas que conseguem se dar bem na vida, por puro mérito.
Conheço duas pessoas assim, uma eu admiro muito, quando eu crescer eu quero ser igual a ela, rsrsrs.
E a outras, não sei ainda se ela é realmente uma pessoa diplomata ou simplesmente é uma pessoa conveniente. Eu sinto que com essa pessoa eu vivo numa Guerra Fria, sinto que qualquer palavra, que qualquer gesto pode virar uma Guerra Declarada. Todas vezes que nos encontramos sento um clima se tensão no ar, mas até hoje nunca aconteceu nada, pois só com ela eu consigo ser diplomata, consigo me manter no salto, porém não é porque sou boazinha é porque simplesmente eu percebi que existem pessoas que não vale a pena brigar e sim desprezar.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Trabalho e Ócio

Nem sempre o trabalho foi visto com bom os olhos, para muitos o trabalho era visto como castigo, só pessoas “inferiores” eram destinada ao trabalho.
Esta idéia que o trabalho dignifica o homem venho junto com o capitalismo e a ética protestante e agora as pessoas mal vista são aquelas que não trabalham. O melhor é ter um trabalho alienado do que ficar sem trabalho.
Quero deixar bem claro que eu não estou defendo que as pessoas não tenham que trabalhar, que trabalhar seja um saco, afinal acredito muito quando Marx diz que é o trabalho que diferencia o homem dos animais, ou seja, é através do trabalho que o homem se autoproduz e é ação transformadora da realidade. Quero criticar esse trabalho que desumaniza e que cerca de 90% realiza.
Estou dizendo isso pela minha conta e risco, pois estou cansada das pessoas me olharem todo porque eu estou sem trabalho, mas por incrível que pareça estou mais feliz assim, já que agora eu posso fazer as coisas que eu gosto, como ler bons livros, estudar, posso ver programas na TV que eu considero bons (programas bons passam tarde, deve ser porque não dá audiência). Para muito isso é sinônimo de ócio, para mim é sinônimo de liberdade. Pois que adianta ganhar bem, se você fica trancado em escritório, viver fazendo horas extras para ser o funcionário do mês, se mal tem tempo o lazer, para ficar com a família e acaba gastando o meu dinheiro com remédio e terapia? Como o trabalho não é mais sinônimo de prazer, temos que achar prazer em outras coisas, como por exemplo no consumo desenfreado. Compramos sem necessidade, coisas que nem vamos usar, só para ter prazer. Trabalhamos para consumir, mesmo que seja o básico.
Mesmo trabalhando no ramo da educação, eu sentia que eu estava emburrecendo, me sentia triste, frustrada e contribuindo para esse mundo cruel. Não vou ser hipócrita e dizer que eu não sinto falta de ganhar meu dinheirinho, ainda mais por ter que adiar alguns planos, mas para tudo ser dá um jeito, menos para morte. Eu lembro que depois de um dia de trabalho exaustivo, meus momentos de prazer, era ver algo fútil na TV (na verdade eu tentava, já que sempre acaba dormindo), navegava em páginas bobas na internet e trocava meia dúzia de palavras pelo tel com o meu namorado. Eu sempre me perguntava se isso era vida?
Não ser até quando ficarei pensando assim, pode ser que a qualquer momento terei que me alienar, me desumanizar, ou seja, terei que me vender novamente para o capital, pois creio que será difícil eu arranja alguém que me pague para ler e escrever o dia inteiro. No entanto quando esse dia não chega quero muito esses meus dias de ócio.

terça-feira, 25 de março de 2008

Quem disse que não dá para agradar Gregos e Troianos?
Em um único dia fez calor, frio, chuva...
Quando for sair de casa, não esqueça de levar o casaco e o guarda-chuva! Afinal uma pessoa prevenida valem por duas!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Momento desabafo II

Uma outra coisa que me irrita, mas também não deveria e não deveria mesmo, já que cada um sabe de si. É mulher burra, que não sabe ler os sinais, fica implorando testemunhos, scraps e não percebe que o cara só ta enrolando. Que jura fidelidade, mas é ela só virar as costas que fica com outra..
Tem uma frase do Renato Russo que eu acho perfeita “Não basta o compromisso, vale mais o coração”. Não basta a aliança, palavras que são jogadas ao vento se a pessoa não sente realmente, uma das coisas mais triste é viver de aparência, espero que isso nunca aconteça comigo, pois pode acontecer sem querer, já que o amor acaba e nós nem percebemos, pois já acostuma com a situação. Mas uma coisa ótima que o meu namorado tem é a sinceridade (quem disse foi à sogra dele, rs) e se caso chegamos algum dia nessa situação ele mesmo coloca o ponto final.
Fico irritada quando algumas mulheres usam de falsa fragilidade para chamarem atenção e assim manter o outro do lado. Não é uma questão de ser feminista e sim acreditar que podemos ter pessoas melhores ao nosso lado, sem precisar de joguinhos. Eu sempre fiquei atenta aos sinais, poucas vezes (que eu me lembre só uma vez) fui de levar para frente relações sem futuro.
Têm horas que eu tenho tanta vontade de jogar a verdade na cara dessas mulheres, no entanto o que eu ganho com isso?? Simples nada. Como eu já disse cada um sabe de si, existem coisas que as pessoas têm que ver com os próprios olhos e não adianta eu falar nada, é como dá murro em ponto de faca. Sem contar que deve ter muita coisa na minha vida que eu finjo não ver. Apesar de tentar viver na forma mais integra e verdadeira, porém perfeição não é o meu forte.
Sem contar que muitas vezes é melhor calar (isso é muito difícil em todos os sentidos), pois em vez de ajudar só atrapalhar, ainda fica com fama de está atrapalhando a felicidade alheia.Então o negócio é só eu reclamar aqui, e cuidar da minha vida que eu ganho muito mais.

terça-feira, 18 de março de 2008

Momento desabafo

Têm coisas que me irritam, não deveriam me irritar, mas me irritam.
Como pessoas metidas a intelectual, que são mais pseudo do que eu. Querem criticar tudo, mas sem fundamentos, criticam alguns programas de TV, não por acreditam sejam fúteis e sim por serem programas de massa, do povão. São pessoas que falam que gostam de ler, mas pelo jeito que escrevem, percebemos que se lêem auto-ajuda já é grande coisa. Esquecem que existem pessoas iletradas muito mais espertas, muito mais inteligentes que as pessoas letradas. (Ser letrados em um país como o Brasil não quer dizer nada, já muitos são analfabetos funcionais).
O que me irrita é que esses tipos de pessoas se acham muito, se acham superiores, mas na minha humilde opinião é escória, são essas mesmas pessoas que se julgam os cidadãos de bens e que em vez de ajudar só atrapalhar. Deveria ter um jeito de acabar com esse tipo de gente.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Vilões e Mocinhos

Estou lendo livro que relativisar tudo é uma faca de dois gumes. Mas mesmo assim eu volto a dizer que tudo é relativo até mesmo o conceito de vilão e mocinho, pois por mais que sabemos o que é certo ou que é errado, o que é moral e o que ético, acredito que pessoas fazem coisas que julgamos erradas e para elas são certas e vice-versa. Toda vez que contarmos um fato sempre puxaremos a sardinha para o nosso lado e atrás da verdade há várias verdades.
Não somos bons 24 horas, às vezes temos um lado diabinho. Esse lado nós não confessamos nem para a nossa sombra. Você não ver no perfil no orkut que pessoas que confessam que são invejosas e tira e primeira pedra quem nunca sentiu inveja de ninguém, aquela inveja maldosa, que você deseja que a pessoa não tenha aquilo que você gostaria de ter, isso não no meu ponto de vista até normal uma vez ou outra, afinal somos humanos, só não podemos fazer que esse tipo de sentimento se torne hábito, e quando ele vier temos que trabalhar para que ele não vire algo forte que chegue a ponto de nos consumir. Ou então que é mesquinha ou que é mau caráter.
Só confessamos defeitos aceitáveis como ser preguiçoso ou cabeça dura, etc...
Como ninguém ler esse blog, eu irei confessar eventos que eu fiz e que não acho muito certo. Acredito que nunca prejudiquei ninguém de verdade e sim só eu mesma. Só irei confessar coisas no campo das relações sentimentais, já que não lembro de ter feito coisas que eu considero errado no campo profissional, no entanto eu posso está errada, pois como já disse posso ter feito coisas eu considerava certa, mas para alguns eram erradas.
Já me apaixonei pelo namorado de uma amiga. Me apaixonei por ele desde da primeira vez que eu o vi. Fiquei com penso na consciência, mas não fiz nada para evitar quando rolou um climinha entre mim e ele. Ela deve ter me visto como vilã de Malhação e eu só estava seguindo o meu coração, não armei nada só deixei acontecer. Quero deixar bem claro que só fiquei com ele quando eles não tinham mais nada. Apesar dela nunca ter tocado no assunto, tenho a sensação que ela nunca me engoliu esse fato, mesmo agora eu estando com outra pessoa. Uma coisa que me deixa ainda um pouco chateada é que eu não arrependo
Uma coisa que eu fiz e não me orgulho foi ter ficado um cara para fazer ciúmes para outro, não seria nada demais se não fosse o fato de uma amiga minha está paquerando o primeiro.
Também já omiti acontecimento de uma outra amiga, como ter ficado com ex ficantes dela só para não magoa-la , mas é claro quando ela descobriu ficou muito mais magoada, por isso eu não faria de novo.
De “grave” acho que foi só isso que eu fiz mesmo, pelo menos que eu me lembre. Mas se caso alguém lembrar de algo fiquei a vontade para comentar.

sábado, 8 de março de 2008

Têm horas que preciso pedir para o meu coração se aquietar!! Sinto falta de tantas coisas do passado, que infelizmente eu sei que não tem como voltar.
Meu coração está com um turbilhão se sentimentos que eu não consigo detectar quais são os falsos e quais são os verdadeiros.
Preciso aceitar que as pessoas mudam, mas mesmo assim elas podem continuar fazendo parte das nossas vidas... Afinal de contas eu também mudei e talvez só que eu acho que foi para melhor... E assim as minhas mudanças podem ter afastados pessoas importantes da minha vida.
Como é difícil ser um animal social!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Eu não gostava do meu trabalho por ns motivos, mas o principal é que sentia que não tinha vocação e isso me deixava frustrada, com peso na consciência, já que me sentia enganando os meus alunos. Eu sempre soube que não daria certo como professora, não gostava das aulas da licenciatura e também por não consigo disseminar, o melhor, expressar o meu conhecimento (isso deve acontecer porque eu sou uma ostra como diria a minha amiga Érica).
Mas mesmo sim, por pura falta de opção resolvi encarar. Fui lecionar uma disciplina que não menos queria, afinal como um ser que é completamente desorientado poderia dá aulas de Geografia? Porém a Geografia é muito mais que mapa, do que pontos cardeais e desse modo, acabei me superando, posso não ter sido a melhor professora, mas com certeza eu não fui a pior. E fico toda boba quando recebo elogio dos meus ex alunos. Mas mesmo assim eu me sentia frustrada, primeiro porque eu não sou geógrafa e sim socióloga, e segundo que é cruel dá aula na rede estadual, ainda mais na periferia, tinha vez que eu não tinha nem giz. Eu me sentia com as mãos amarradas. Pode ser que trabalhando na minha profissão eu me sentia, mas é diferente, pois sentirei que estarei fazendo a minha parte.
Lecionar aula para mim não deveria ser o fim, e sim o meio para alcançar outras metas. Entretanto eu me acomodei, já que todo o mês eu tinha o meu dinheirinho que dava para me sustentar muito bem. Acredito que se não fossem as tormentas da vida, eu ficaria dando aula por muito tempo.
Esse não ano ainda não conseguir pegar aulas, mas não fiquei triste, desesperada... Fiquei feliz, afinal têm males que vêm para o bem, pois no fundo, eu sabia se não fosse isso não teria coragem de procurar outro emprego, de ir atrás daquilo realmente quero fazer, do que eu realmente acredito, mesmo que eu não ganhe pouco (não posso me vender tão fácil para o capital, rs). Pois trabalho tem que ser fonte de prazer e não só fonte de renda. Por isso eu deixo a sala de aula para quem realmente gosta de lecionar.