segunda-feira, 30 de abril de 2007

Têm horas que gritar não adianta mais, dormir, bater o pé tbm não!!
Às vezes temos que a borboleta na escuridão, ver o lado bom das coisas ruins e acreditar que nada acontece por acaso!!
Acreditar que as suas escolhas foram corretas... Não dá mais para perder tempo!!
Ansiedade

Como eu queria acabar de vez com a minha ansiedade!! Apesar de que nos últimos ela diminuiu para caramba, ainda existe muito aqui dentro de mim!! E isso faz eu não vive no presente, sempre estou pensando no futuro, se é um domingo à tarde, eu penso como será a minha semana, que nem começou, se é uma terça à noite, eu já estou pensando na quarta de manhã, na qual eu tenho que dá aula numa sala que eu não suporto!! E assim a semana passa...
Preciso aprender a viver o tempo presente e aproveitar mais a vida!!!

Impulsividade

Como eu continuo impulsiva, contar 10 está pouco!!!
Tenho que contar até 1000, para não falar as coisas e depois me arrepender!!
Como a falta de equilíbrio me faz falta!!
Tudo está na berlinda!!

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Têm dias que tudio dá errado!! Hoje foi um desse!! Mas também que manda ser pata, qdo eu penso que já cometi todos os tipos absurdos de patice, eu apronto algo que eu consigo me superar... E o que resta agora??? A minha frustação e a minha consciência pesada!!
Diário de São Paulo - 21/04/2007

Trabalho Difícil
25% dos professores da rede estadual sofrem de depressão

Pesquisa mostra principais doenças que atingem educadores em São Paulo
Isis Brum

Um em cada quatro professores da rede estadual de educação em São Paulo sofre de depressão. É a sexta entre as doenças diagnosticadas no magistério (24,4%), sendo que o estresse é o problema que mais atinge os educadores (46,2%).

Os dados são de uma pesquisa inédita lançada ontem pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) sobre as condições de trabalho e de saúde dos educadores da rede. Em 2003, foram questionados 1.626 delegados de ensino, participantes do 9º Congresso Estadual do sindicato. A análise foi feita no ano passado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Salas superlotadas, falta de material didático, jornada dupla para complementar a renda familiar e violência são os fatores associados à incidência de distúrbios mentais e de comportamento (depressão, nervosismo, ansiedade, estresse), osteo-musculares (dores lombares, bursite, tendinite, varizes) e doenças do aparelho respiratório (alergias, gripe, rinite e problemas de voz).

Segundo o estudo, 72,6% dos professores dão aulas em salas de aulas superlotadas. Dos 1.626 avaliados, 43% deles afirmaram trabalhar em classes com 36 até 40 alunos. Para 67% dos educadores, o sofrimento maior é trabalhar sem material didático. A violência nas escolas aparece como a quinta causa do incômodo para os profissionais e afeta a vida de 62,4% deles.

Mudança urgente
Na avaliação do presidente da Apeoesp, Carlos Ramiro de Castro, o resultado do estudo é mais preocupante que surpreendente. Segundo ele, se o governo não adotar um programa de promoção à saúde do professor e não melhorar as condições de trabalho, o cenário futuro será de educadores cada vez mais doentes. “Conseqüentemente, isso representará crescimento do número de licenças e pedidos de afastamento por doenças”, afirma Castro.

A Secretaria Estadual de Educação informa que não comentaria o estudo por ser antigo. Segundo a pasta, os dados obtidos há quatro anos são ultrapassados e não correspondem à realidade.

Educadora faz tratamento para conseguir dormir
Com o diagnóstico médico em mãos, que detectou depressão, ansiedade e distúrbio do sono, S., de 53 anos, lembra os motivos que a fizeram escolher o magistério como profissão: “Eu acreditava que podia salvar esse país com educação, que podia formar cidadãos críticos e combater a pobreza e a desigualdade social. Esse ideal marcou minha geração”, diz ela, que começou a dar aulas há 28 anos.

Abatida e cansada, a educadora terá de fazer um tratamento para conseguir dormir. “Todas as noites, acordo suando frio, nervosa, só de pensar que terei de ir à escola no outro dia”, afirma. A jornada é árdua. Com exceção das quintas-feiras, ela dá aulas das 7h às 19h40, mais de 12 horas de dedicação em classe. E isso sem contar o tempo que gasta corrigindo provas e preparando aulas.

Apesar do empenho, a professora sente que o esforço é em vão. “Não somos valorizados, estamos desmotivados em todos os sentidos. Não conseguimos mais falar a linguagem do aluno e, por alguma razão, que eu desconheço, eles não se interessam por aquilo que falamos”, preocupa-se.

Aulas mais elaboradas e material pedagógico diferenciado são formas que os professores encontram para atrair o estudante e prender sua atenção, mas nem sempre dá certo. O problema: falta de dinheiro. “Se eu quero ir além do livro didático, tenho de tirar dinheiro do meu bolso. Em casa, faço pesquisas na internet, imprimo material interessante e faço xerox para distribuir entre os alunos. Isso tudo desgasta e cansa.”

terça-feira, 24 de abril de 2007

Ai, ai, ai!! Tantas coisas para escrever, mas completamente sem tempo!!
Que vontade de dormir até acordar... Acordar sem o barulho chato do despetador!!

domingo, 15 de abril de 2007

Sorriso bobo no rosto e um olhar cheio de saudades!!
Ai, aí, ai!! Por que domingo à noite tem que chegar???

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Eu quero gritar com todos as minhas forças, para ver se tudo de ruim que tem aqui dentro vai embora...
Preciso de um banho de MARRRRR... Tbm preciso de outro emprego...
Mas apesar de tanta coisa ruim acontecendo, a esperança voltou a reinar no meu coração!!

domingo, 8 de abril de 2007

É tão gostoso qdo fechamos os olhos e temos sensações boas...
Como se pudéssemos sentir um abraço apertado daquela pessoa que nos faz falta, ou um gosto de brigadeiro prolongado na boca.., ou ouvi palavras bonitas ao pé do ouvido, ou sentir cheiros que trazem boas lembranças, ou relembrar algum momento gostoso através de uma imagem...
É bom abrir o coração e deixar os cinco sentidos apurados!!

Namorar sem perder a essência

Namorar é bom. Mas não podemos perder a nossa essência, virar a sombra do outro.
Podemos esquecer que apesar de tudo somos indivíduos, únicos... Ninguém é igual a ninguém... Não é pq namoramos que vamos perder a nossa individualidade... Nem podemos moldar a pessoa do jeito que queremos... Somos seres com defeitos e qualidades... Não podemos pautar a nossa felicidade no outro...
O meu namorado me completa, no sentido, que ele tem coisas que falta e mim... E vice-versa...
Não posso dizer que eu sou a mesma pessoa, depois que eu comecei a namorar... Hoje eu sou uma pessoa melhor. Mas eu mudei sem perder a minha essência...

domingo, 1 de abril de 2007

São Paulo não para

Como essa premissa é verdadeira!
Hoje eu sair bem cedinho para fazer uma prova lá na Barra Funda, fiquei boba com a qtd de pessoas nas ruas!! Peguei um ônibus relativamente cheio... A linha vermelha do metrô não importa do dia, é sempre lotado!!!

Concurso

Não sei se fui muito bem na prova de hoje e isso me deixa triste, frustrada, pois era a minha esperança de parar de dá aula. Mas vamos esperar o gabarito para ver.

Segunda

Nem acredito que estou torcendo para chegar a segunda, na verdade poderia pular direto para noite, para ver o meu namorado lindo e ganhar abraços, beijos, cafuné, principalmente colo, pois estou precisando muito.
E tbm para ver LOST!!!